Apex quer induzir movimento de exportação

15/05/2009

Por Vitor Cavalcanti

Gestor de projetos da agência, André Limp, participou da abertura do seminário Brasil Outsourcing 2009 e se mostrou otimista com perspectiva

O movimento de exportação da TI brasileira vem ganhando força desde 2004, quando surgiram os primeiros convênios assinados entre a Agencia para Promoção da Exportação (Apex) e a Softex. Este setor vinha amargando baixo crescimento e sofria com a pouca atenção por parte dos governos anteriores. A participação em feiras e comitivas visitando diversas partes do mundo tem servido para melhorar a imagem do Brasil como polo exportador de serviços de TI. Alguns entraves, no entanto, ainda atrapalham esta guinada – e a concorrência com as indianas é muito forte.

A crise econômica pode ter atrapalhado os planos de muitas companhias, já que os clientes estão reticentes em efetuar novas compras e alguns estão cancelando projetos. Toda essa dinâmica do setor está em discussão no Seminário Brasil Outsourcing 2009, que ocorre nesta semana em São Paulo.

Na cerimônia de abertura, o gestor de projetos da Apex, André Limp, confirmou Leia o resto deste post »


Missão Tecnologia – Pequenas empresas de TI buscam parcerias no exterior

29/04/2009

RIO DE JANEIRO - A Riosoft, agente do Programa para promoção da Exportação do Software Brasileiro (Softex), do Ministério da Ciência e Tecnologia, vai levar à Espanha e a Portugal um grupo de empresários da área de tecnologia da informação (TI), para tentar formar parcerias e consolidar a presença brasileira na Península Ibérica.

Segundo o diretor da Área Internacional da Riosoft, Alberto Blois, a missão ajudará pequenas e médias empresas de tecnologia da informação brasileiras a se internacionalizar, sob a marca Brazil IT. A iniciativa é patrocinada pela Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex Brasil) e pelo Softex. “As empresas estão interessadas em abrir contato com a Europa, começando por Portugal e Espanha, porque o processo é mais barato: a localização é mais fácil, não tem barreira de língua e existe toda uma ligação cultural.”

Em entrevista à Agência Brasil, Blois disse que o desafio é aumentar a base de empresas de TI que exportam e realizam negócios internacionais, por meio de parcerias com empresas estrangeiras, no caso em Portugal e Espanha, “para que, juntas, possam agregar produtos e forças e se tornar mais competitivas e conquistar mercados”.

Ele destacou que, por sua competência, principalmente nas áreas financeira e de governo, as empresas brasileiras de TI estão presentes “mundo afora”. Os produtos brasileiros com maior demanda no exterior são Leia o resto deste post »


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